Visto da Bancada
Rui Lopes (nº 122)
2017-10-10 16:00:00
O antigo jogador e treinador recorda ao Bancada o jogo da 'célebre' mão de Vata.

Benfica-Olympique Marselha. Antigo Estádio da Luz. 18 de abril de 1990. Segunda mão das meias finais da Taça dos Campeões Europeus. Já sabe de que jogo aqui se fala, certo? Pois bem, é mesmo a partida que ficou marcada por um golo apontado por Vata, com a mão, que deu o triunfo às ‘águias’ e a passagem à final da Taça dos Campeões Europeus desse ano. Depois de um desaire por 2-1 em França, o 1-0 em Portugal colocou os encarnados no compromisso decisivo da prova. É este o encontro que salta à memória de Rui Lopes quando questionado sobre o momento visto a partir das bancadas de um estádio que mais o marcou.

O antigo jogador de Benfica, SC Olhanense, Vitória de Guimarães, Marítimo, FC Penafiel, Vitória de Setúbal, Farense, entre outros, salientou ao Bancada o marco que esse jogo lhe deixou. “Esse jogo deixou-me uma enorme recordação como adepto de futebol.” Rui Lopes, que seguiu também carreira como treinador adjunto, descreveu também o ambiente vivido no palco do encontro. “O estádio estava completamente lotado. Foi um jogo de sofrimento, em que a grande maioria das pessoas dentro do estádio nem viu o golo, mas foi uma loucura total.”

Fiel seguidor do Benfica, principalmente quando era mais novo, como recordou ao Bancada “as noites europeias que acompanhava” com o pai quando era mais jovem, Rui Lopes não tem dúvidas sobre o que o triunfo do Benfica sobre o Olympique Marselha, naquela noite de abril de 1990, representa para ele. “É um daqueles jogos que uma pessoa se lembra nem que viva 100 anos”, rematou.

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