Visto da Bancada
Marco Rodrigues (Nº211)
2018-01-18 10:50:00
Um campo de duas freguesias... para não haver chatices.

Um cantor, um jovem futebolista, um festejo louco e um campo de duas freguesias... "para não haver chatices". Confuso?

Apesar de reconhecer que já viu vários jogos na bancada - sobretudo em jogos de distrital, daqueles que ficam "quentinhos" -, Marco Rodrigues, fadista português, optou, nesta edição do "Visto da Bancada", por trazer não uma história de um jogo visto na bancada, mas sim um episódio vivido pelo próprio, no campo. Dê-nos o desconto, olhe que nem sempre as melhores histórias vêm da bancada...

Força, Marco, os leitores percebem.

Antes de ser cantor, Marco Rodrigues, chegou a aventurar-se pelo futebol. Ainda em tenra idade, no norte, o jovem Marco começou a jogar no Atlético Clube de Valdevez, até se juntar a um clube especial. "Fui jogar para o ADECAS FC - o ADECAS era a Associação Desportiva e Cultural Aboim-Saboim", começa por contar, ao Bancada, antes de explicar o nome estranho: "Metade do campo era em Aboim e metade em Saboim. Por isso ficou tudo junto, para não haver chatices"

Como jogador, a história de Marco Rodrigues é parca e não espere dele um talento extraordinário - essa parte fica para os palcos. Assumindo que pouco jogava, contou-nos o episódio de um dia de glória. "Uma vez marquei um golo. O único que marquei na época toda. Corri mais para festejar aquele golo do que corria no jogo todo", recorda, entre risos. 

O ADECAS FC ainda existe e, no futebol senior, participa na 2ª divisão dos distritais de Viana do Castelo.

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