Prolongamento
EUA apostam em Berhalter para voltarem a ser uma potência
2019-01-25 16:45:00
Estados Unidos querem dominar outra vez o futebol continental

Custa a acreditar, mas os EUA foram a potência dominante da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (CONCACAF). Até que, em 2017, perderam com Trindade e Tobago, falhando a fase final de um Mundial pela primeira vez desde 1986.

Foram três décadas a tomar o lugar do México como a seleção mais temida 'a norte do Brasil'. À moda do 'American Dream', por várias vezes a liga norte-americana recebeu injeções de dinheiro para cativar estrelas mundiais.

Mais recentemente, a indústria do futebol nos EUA virou-se para a formação, com as bolsas de estudo a 'comprarem' as jovens promessas de outros países, Portugal incluído.

Mas desde essa derrota (1-2) com Trindade e Tobago, em outubro de 2017, que o futebol norte-americano caiu no vazio.

Falhada a qualificação para o Mundial da Rússia, a seleção dos 'States' ficou sem selecionador. E assim continuou até que, no próximo domingo, Gregg Berhalter se estreie no cargo.

Um hiato de 473 dias que termina oficialmente com um amigável com o Panamá, no domingo, e outro com a Costa Rica, a 2 de fevereiro.

A tarefa de Gregg Berhalter, de 45 anos, é hercúlea. Em junho, os EUA disputam a Taça Ouro da Concacaf, sendo apontados como os favoritos a par do... México.

E, no entretanto, serão divulgadas as datas para a fase de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2022.

Com 44 internacionalizações como jogador, o próximo selecionador dos EUA foi anunciado em dezembro, depois do Columbus Crew – onde joga o português Pedro Santos – ter sido eliminado nos 'playoffs'.

Foi a quarta qualificação do Columbus Crew para a fase eliminatória da Major League Soccer em cinco épocas sob o comando técnico de Gregg Berhalter, com a particularidade de estar entre as equipas com orçamento mais reduzido.

Como jogador, somou 44 internacionalizações e foi dos poucos norte-americanos a competir no futebol europeu, tendo representado três clubes Zwolle, Sparta Roterdão e Cambuur (na Holanda), Crystal Palace (Inglaterra) Energie Cottbus e Munique 1860 (Alemanha) e Hammarby (Suécia).

Berhalter tem de refazer uma seleção que tem sido gerida interinamente por Dave Sarachan, com fracos resultados: em 12 jogos, os EUA só ganharam três e averbaram cinco derrotas e quatro empates.

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