Portugal
“Seria uma honra enorme representar United ou City”, revela Bruno Fernandes
2019-06-03 11:15:00
Em entrevista à RTP, Bruno Fernandes fala abertamente do “sonho” de “jogar em Inglaterra”

O médio do Sporting tem sido apontado a dois gigantes de Manchester. E nesta entrevista concedida à RTP, emitida neste domingo, não esconde esse desejo.   

“Em Inglaterra, há muitas equipas que são um grande desafio. Há duas equipas de que se tem falado muito – o United e o City. Obviamente são dois clubes que qualquer jogador gostaria de representar”, afirmou.

“Seria uma honra enorme representar United ou City. Jogar em Inglaterra é um desafio que eu gostava de ter. Acho inevitável esconder o sonho, independentemente de dizer o nome dos clubes. Em Inglaterra, há muitos clubes que eu gostaria de representar. Não porque tenha estes dois clubes. Há muitos outros que eu gostaria de representar”, diz.

“Jogar no City seria muito bom. Poder jogar ao lado do Bernardo tornava tudo mais simples”, afirmou, elogiando o internacional português que conquistou Guardiola.

Esta não é a primeira vez que surge a oportunidade de partir para terras de Sua Majestade.

“Sinto que estou preparado para qualquer tipo de desafio. No ano passado, após a rescisão, tive a oportunidade de ir par Inglaterra, mas não me senti preparado. Disse claramente ao meu empresário que não me sentia preparado para ir para Inglaterra e vingar”, revela.

A presente temporada suscita uma dúvida. Bruno Fernandes, provavelmente, estava equivocado, nessa altura. “Talvez já estivesse preparado”, acrescenta.

“Aquilo que eu fiz este ano demonstrou-me – a mim, não a mais ninguém – que me sinto preparado para qualquer desafio”, refere.

Bruno Fernandes conta que assinar pelo Sporting foi “o cumprir de um sonho” que alimentava desde criança: representar um grande. Agora, a fasquia elevou-se.

O jogador recordou ainda o regresso ao Sporting depois da rescisão de contrato, motivada pelo ataque na academia.

“Eu estava certo de que a melhor opção era regressar ao Sporting. No ano passado senti-me muito bem aqui. Obviamente aqueles acontecimentos [ataque a Alcochete] foram difíceis e são difíceis, hoje em dia. Mas eu sabia que iria sentir-me bem na academia. Os adeptos sempre me trataram muito bem”, destaca.

Os adeptos que ficaram indignados com a rescisão de contrato também merecem uma palavra: “No início da época houve desconfiança, gente que ficou de pé atrás. Mas é normal. É o clube deles. Eu disse que iria fazer tudo para reconquistar a confiança deles e acho que a época correu melhor do que eu pensava. Não procuro o perdão das pessoas. Eu sei que há pessoas que não conseguem perdoar e sentem isto como uma traição. Aquilo que procuro é que as pessoas percebam que eu voltei para fazer o melhor pelo Sporting.

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