Portugal
Folha quer evitar descompressão do Portimonense após a manutenção
2019-05-10 13:40:00
“Quero que a equipa mantenha a mesma postura que teve ao longo da época”, diz o treinador

O treinador António Folha disse hoje que o Portimonense vai receber o Marítimo, na 33.ª e penúltima jornada da I Liga portuguesa de futebol, “com o pensamento na vitória", embora admita alguma descompressão após ter assegurado a manutenção.

“Queremos fazer um bom jogo para ganhar ao Marítimo, porque é isso que qualquer treinador quer, apesar de termos atingido já o nosso objetivo”, disse o treinador da equipa algarvia.

Folha falava na conferência de imprensa de antevisão do encontro que opõe o Portimonense, 13.º classificado, com 36 pontos, ao Marítimo, 10.º, com 39, no sábado, às 15:30, no Estádio Municipal de Portimão, arbitrado por Cláudio Pereira, da Associação de Futebol de Aveiro.

Na opinião do treinador, o jogo terá características diferentes dos outros em que a equipa lutava por conquistar os pontos necessários para assegurar a permanência no escalão principal, tendo a garantia da permanência provocado algum “relaxamento nos jogadores”.

“Acredito que o estado de espírito seja diferente, mas enquanto treinador quero que a equipa mantenha a mesma postura que teve ao longo da época, para proporcionar um bom espetáculo”, sublinhou.

Segundo Folha, o objetivo de manter a equipa no escalão principal do futebol português “foi conseguido através de muito trabalho, embora tenham existido alguns altos e baixos ao longo da época”.

“Trabalhámos muito durante a época para que isso acontecesse e, quando acaba assim, é motivo de grande satisfação para todos”, destacou.

O treinador disse ainda que para o embate com o Marítimo existem algumas dúvidas para formar a equipa, devido ao facto de alguns jogadores apresentarem pequenos problemas físicos.

O treinador, que tem contrato com o Portimonense até 2021, admitiu existirem contactos com a direção para prolongar o vínculo por mais tempo: “Estou satisfeito em Portimão e com a mesma vontade do que quando aqui cheguei”, concluiu.

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