Vangelis Pavlidis, avançado do Benfica, mostrou-se impressionado com a dimensão das “águias” em entrevista ao portal ‘The Athletic’. O grego admite que a exigência na Luz obriga a ganhar e convencer.
O ponta de lança grego, que chegou à Luz na época passada, concedeu uma entrevista ao portal neerlandês The Athletic, onde destacou a incomparável grandeza do Benfica face à sua anterior realidade competitiva.
Pavlidis não poupou elogios à massa associativa encarnada, sublinhando que o clube vive numa galáxia diferente da do AZ Alkmaar.
Para o goleador, vestir a camisola do Benfica acarreta um peso e uma responsabilidade diária. Até porque a pressão dos adeptos é constante e o triunfo, por si só, muitas vezes não chega.
“Com todo o respeito pelo AZ Alkmaar, o Benfica não se compara. Aqui a exigência dos adeptos é colossal. Entras em campo e não basta ganhar, pedem-te que ganhes por 3-0. Querem bom futebol, querem que mostres que tens qualidade ‘à Benfica’ para estares aqui”, explicou o jogador.
“Há adeptos em todo o lado, mas o que se viu nas eleições…”
O que mais parece ter chocado o internacional grego foi a mobilização dos sócios e adeptos fora das quatro linhas ou em jogos de menor cartaz.
Pavlidis destacou os números históricos das eleições do clube e as assistências em jogos de preparação como prova da vitalidade do emblema lisboeta.
“Há adeptos em todo o lado, mas o que se viu nas eleições… 93 mil pessoas a votar? É praticamente o dobro do segundo maior, o Barcelona. E quando tens 50 mil pessoas no estádio num jogo amigável… isso não é normal. Quantos clubes no mundo conseguem fazer isto?”
Pavlidis reforça assim a ideia de que a dimensão do Benfica transcende o normal no panorama futebolístico, colocando o clube num patamar de elite mundial no que toca ao apoio das bancadas.
