Guerreiros do Minho já tinham confirmado o quarto lugar
O Portimonense assegurou hoje a permanência na I Liga portuguesa de futebol ao empatar 0-0 na receção ao Sporting de Braga, em Portimão, na última jornada, decisiva para a manutenção dos algarvios.
A formação de Paulo Sérgio chegou à última jornada a depender apenas de si, necessitando apenas de um ponto para assegurar a continuidade no escalão principal do futebol português.
O empate acabou por premiar os algarvios, que tiveram as melhores ocasiões de golo na partida, frente aos minhotos, que jogaram em Portimão em poupança de esforços já com o pensamento na final da Taça de Portugal.
Carlos Carvalhal apresentou um ‘onze’ com oito alterações em relação ao encontro da jornada anterior diante do Moreirense (vitória por 2-1), apenas com Sequeira, Al Musrati e Ricardo Horta na equipa titular.
No Municipal de Portimão, ambos os conjuntos entraram em ritmo lento e a disputarem a bola a meio-campo, com o Sporting de Braga a conseguir a primeira jogada de perigo, lance em que os minhotos reclamaram uma grande penalidade, por alegado toque na bola com o braço do algarvio Willyan, mas não sancionado pelo árbitro nem pelo videoárbitro.
O lance ‘abanou’ o Portimonense que imprimiu maior velocidade ao seu jogo, o que lhe valeu aos 26 minutos, a primeira oportunidade para estrear o marcador, quando o lateral Anzai, em jogada individual deixou três adversário para trás e rematou ao lado da baliza minhota.
Até ao intervalo, foi o Portimonense a única equipa a criar perigo, com Anzai, aos 34 minutos, a abrir novamente espaços na defesa do Sporting de Braga e ameaçar a baliza de Tiago Sá, mas o remate saiu fraco e à figura do guarda-redes.
O Portimonense voltou do descanso com o mesmo ímpeto ofensivo com que terminou a primeira parte, criando nova oportunidade para abrir o marcador, com Tiago Sá, aos 47 minutos, a evitar o golo a Fabrício.
Até ao final, apenas o registo de duas ocasiões de perigo, uma para cada equipa, tendo Beto, aos 62, isolado, rematado à figura de Tiago Sá e, aos 71, Ricardo ‘negou’ o golo a Rui Fonte.
