O ex-lateral direito do Sporting espera evoluir neste regresso a Espanha
Cristiano Piccini recordou os acontecimentos ocorridos na Academia de Alcochete há dois meses como tendo sido a pior experiência da carreira. “Não durou nem cinco minutos, mas parecia toda uma vida”, recordou Piccini em entrevista ao jornal espanhol Marca.
O agora jogador do Valência CF conta que tudo aconteceu “muito rápido”. “Estávamos a vestir-nos no balneário, a calçar as chuteiras para entrar em campo. De repente, começamos a ouvir gritos, insultos que não posso repetir. No balneário entraram umas 40 ou 50 pessoas, todas encapuçadas, a atirar petardos. Bateram em alguns, noutros não. Não durou nem cinco minutos, mas parecia toda uma vida”, recordou o jogador agora ao serviço do Valência CF. “Percebo que os resultados são importantes, mas comportar-se assim não é de seres humanos, mas sim de criminosos”, disse.
O regresso ao futebol espanhol é visto como uma oportunidade de evoluir. “Em Portugal, a forma de entender o futebol do treinador Jorge Jesus era mais defensiva e ajudou-me a melhorar nesse aspecto. Claro, depois também está a parte ofensiva do lateral, que creio que nunca me faltou. Tenho que melhorar também, sobretudo nos últimos metros”.