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Início » Jogar com Rochinha significa um Boavista mais longe da baliza adversária
Portugal

Jogar com Rochinha significa um Boavista mais longe da baliza adversária

RedaçãoPor Redação15/12/20174 Mins Leitura
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O Bancada quis perceber o que significa jogar com um “meia-leca” na frente e deixar pontas-de-lança de raiz no banco

Jorge Simão explicou o porquê de utilizar Rochinha – um jogador de baixa estatura – na posição mais avançada do terreno, deixando de fora jogadores como Leonardo Ruiz e Rui Pedro, pontas-de-lança de raiz. Será que esta opção serve como indicador? Quais as implicações de ter um jogador de 1,70m encaixado no meio dos centrais? O Bancada falou com Paulo Alves, que para além de ser treinador, foi um ponta-de-lança que marcou uma fase no futebol português. Não há dúvidas que a forma de jogar tem de ser diferente. 

“Eu era um jogador de área. Para a minha forma de jogar era essencial que a equipa tivesse extremos que gostassem de ir à linha de fundo e cruzassem bem”, lembrou o antigo internacional português, que apesar das suas características, típicas de um avançado de raiz, chegou a realizar uma partida como médio centro pela seleção nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996. “É verdade. Já não me recordo do que aconteceu, mas é verdade que o professor Nelo Vingada me pediu para jogar a médio e as coisas até me correram bem. Recebi até muitos elogios pela exibição.” 

Regressemos ao tema que nos trouxe aqui. A questão do ponta-de-lança. É possível jogar na posição mais avançada do terreno e ser um “meia-leca”? Será que isso indica que a equipa vai jogar declaradamente em contra-ataque? É claro que é possível. E o modelo de jogo obviamente que terá de ser diferente. Jogar com um ponta-de-lança de baixa estatura e com maior mobilidade exige que a equipa jogue “à procura dos movimentos de rotura e dos espaços entre os centrais e os laterais”, explicou Paulo Alves. “Obviamente este tipo de avançados não servem como referência para a equipa” acrescentou. 

Segundo Jorge Simão, Rochinha tem qualidades que mais nenhum jogador do plantel do Boavista possui. “Rochinha é um jogador com um centro de gravidade mais baixo, o que lhe permite ter muito maior agilidade, ser muito mais rotativo e capaz de se movimentar em espaços curtos. Isto são características que não há em mais nenhum outro jogador do Boavista”, explicou o técnico para justificar a presença do jogador que passou pela formação de Benfica e FC Porto em detrimento de jogadores como Ruiz e Rui Pedro, pontas-de-lança de raiz.

Para o treinador Paulo Alves, é natural que quando uma equipa jogue de início com um ponta-de-lança de características que apelem à velocidade, mobilidade e vertigem é natural que aposte num modelo que beneficie o ataque rápido em detrimento do ataque continuado. “Não é fácil jogar com um avançado baixo e rápido e querer jogar em ataque continuado. Nesses casos supõe-se que se tenha muita bola em zonas avançadas do terreno, logo os espaços serão mais reduzidos. Jogar com um ponta-de-lança rápido e móvel favorece quem joga com o bloco baixo e com saídas rápidas para o ataque.” 

Depois de boas épocas ao serviço do Marítimo, onde dividiu o ataque com jogadores como Jorge Andrade, Alex Bunbury e Edmilson, Paulo Alves mudou-se para o Sporting. Para o antigo atacante, havia certas coisas que não convinha, de acordo com a suas características, que lhe pedissem para fazer dentro de campo. “Eu não era um jogador de velocidade, de roturas. Por isso não me podiam pedir para sair muito da área. Era aí que eu me sentia bem. Era um jogador agressivo na procura dos espaços, bom no jogo aéreo e a tabelar com os companheiros e ganhava muitos ressaltos”, lembrou o antigo avançado que marcou 30 golos com a camisola do Sporting. 

Assim sendo, percebemos o que implica jogar com um ponta-de-lança mais móvel. “Acontece muitas vezes que, as equipas que joguem dessa forma, utilizem os extremos para surgirem também em zonas de finalização. Trocas de posições”, explicou Paulo Alves. “São coisas que, talvez, pontas-de-lança com características semelhantes às minhas já tenham mais dificuldades em fazer. Até porque eu servia mais à equipa se estivesse em zonas de finalização”, rematou.  

Boavista Paulo Alves Rochinha
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