Grupo Stromp repudia “clima persecutório” motivado por “inveja e despudor”
Os “múltiplos ataques” contra o Sporting levaram o Grupo Stromp a tomar uma posição oficial, repudiando o “clima persecutório” e declarando “incondicional e solidário apoio” ao treinador, aos jogadores e aos dirigentes visados.
A reação da organização, composta por mais de 50 sócios do Sporting “que juntos totalizam mais de 2500 anos de filiação”, surgiu depois do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ter instaurado processos disciplinares aos jogadores João Palhinha, Feddal e Luís Neto e ao diretor desportivo dos leões, Hugo Viana.
Esses processos disciplinares foram abertos dias depois de deduzida acusação, pela Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), contra o treinador Rúben Amorim e a SAD do Sporting, por suspeita de fraude na inscrição do técnico, após participação da Associação Nacional de Treinadores de Futebol.
São vários casos num curto período de tempo e que se registam numa altura em que o Sporting segue bem lançado para a conquista do título nacional, liderando o campeonato com nove pontos de vantagem sobre o segundo classificado, o SC Braga. Ou, nas palavras do Grupo Stromp, “múltiplos ataques que este ano, de modo sistemático, quase que diário e concertado – em consequência dos bons resultados da equipa principal de futebol nas provas nacionais – têm sido desferidos contra o Sporting”.
Recuperando os casos, o Grupo Stromp considerou que os “manifestamente injustificados e inconsistentes” processos disciplinares contra Rúben Amorim e a SAD do Sporting “apresentam evidentes contornos de ataque seletivo e vil ao Sporting, a começar na cinzenta e sectária Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, a que lamentavelmente se juntaram alguns órgãos da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol”.
O anúncio, posterior, dos processos contra João Palhinha, Feddal, Luís Neto e Hugo Viana, “fundados em factos que têm já mais de três meses”, veio reforçar junto destes associados leoninos a ideia de “estratégia de perseguição e ataque ao Sporting”.
“O Grupo Stromp entende que todo este clima persecutório constitui-se, por si só, como um dos momentos mais vergonhosos de toda a centenária história da vida desportiva portuguesa, merecedor de vigoroso repúdio e denúncia pública”, frisou a organização.
Repudiando “energicamente os ataques ao clube e aos seus representantes” o Grupo Stromp declara, em comunicado, “incondicional e solidário apoio” a todos os elementos do Sporting visados, bem como “a inteira solidariedade e apoio ao presidente do Sporting e a todos os órgãos sociais do clube e da SAD”.
