Close Menu
  • Portugal
  • Grande Futebol
  • Prolongamento
  • Jogo do Povo
  • Motores
  • Modalidades
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram RSS
Bancada | Tudo Menos FutebolBancada | Tudo Menos Futebol
  • Portugal

    Trinco ou duplo pivô? Como os três grandes reagem à evolução do médio defensivo

    20/08/2026

    O que dizem as odds sobre favoritos ao título?

    06/08/2026

    Títulos e troféus atribuídos desde que há VAR em Portugal

    05/08/2026

    LiveModeTV vai transmitir o Mundial Feminino 2027 em Portugal

    06/07/2026

    FC Porto ou Benfica: quem tem mais presenças na Champions League?

    21/05/2026
  • Grande Futebol

    Da Orelhuda ao hino do Rei: as histórias dos símbolos da Champions

    08/09/2026

    Do mítico 10 ao 99: Como surgiram os números nas camisolas de futebol

    01/09/2026

    Como surgiram os cartões amarelo e vermelho? Da expulsão que ninguém entendeu a um semáforo

    11/08/2026

    Mundial 2026 poderá gerar até 945 milhões de euros em Portugal

    02/06/2026

    Vaca sagrada ou herói previsível? O dilema Cristiano Ronaldo chega ao Mundial 2026

    01/06/2026
  • Prolongamento

    A origem do penálti: o insulto que acabou com a batota dos cavalheiros

    07/09/2026

    Como a televisão inventou a bola de futebol

    01/09/2026

    Seis em cada dez faculdades em Portugal não têm instalações para prática desportiva

    06/08/2026

    O que dizem as odds sobre favoritos ao título?

    06/08/2026

    Como o ‘Soccer’ quebrou as barreiras do ‘Big 4’ e está a conquistar os EUA

    04/08/2026
  • Jogo do Povo

    Mortágua. Entre sofás e colchões até ser outra vez ‘domingo’

    16/12/2025

    S. João Ver. A bola dá tanto e nunca questiona nada

    06/12/2025

    Pêro Pinheiro. Na relva entregam-se tronos, no balneário moldam-se herdeiros

    11/10/2025

    Faróis do carro a dar luz e treinos no estacionamento no engenho do Eurico

    13/06/2024

    Peniche. Nem tudo que vem à rede é peixe

    29/05/2024
  • Motores

    Horário da Fórmula 1 em 2026: Calendário e Transmissões em Portugal

    07/09/2026

    Quer perder 3 quilos em 90 minutos? Só na sauna de um cockpit de F1

    01/08/2026

    Leite e glória: por que razão o vencedor da Indy 500 não celebra com champanhe?

    28/07/2026

    Penafiel Racing Fest volta a acelerar para o maior festival motorizado do país

    20/05/2026

    Batina Racing inicia nova temporada com aspirações

    15/05/2026
  • Modalidades

    Chutar a bola é permitido? 7 regras do voleibol que parecem batota

    10/09/2026

    NFL Kickoff: o que o fã português quer saber

    02/09/2026

    Por que o US Open é o torneio mais rebelde do ténis?

    19/08/2026

    Portugal conquista 21 medalhas no Campeonato do Mundo de Stickfighting

    18/08/2026

    Camisola Vermelha: porquê o líder da Vuelta veste uma cor diferente do Tour e do Giro?

    14/08/2026
Bancada | Tudo Menos FutebolBancada | Tudo Menos Futebol
Início » A semana de Jorginho
Opinião

A semana de Jorginho

RedaçãoPor Redação18/08/20176 Mins Leitura
Google Publisher Center Adicione o Bancada como fonte preferencial
Seguir +
Facebook Twitter LinkedIn Reddit Telegram Email
Partilhar
Facebook Twitter LinkedIn Telegram Reddit Copy Link Email

Criteriosamente polido por Maurizio Sarri, o catarinense tem vindo a assumir-se como um dos melhores pivôs-recuados da atualidade. Amanhã, no início da Serie A, Jorginho regressa ao Bentegodi, o recinto onde começou a ganhar notoriedade no ‘calcio’. E também por isso será uma ocasião especial para o ‘regista basso’ dos azuis.

Apesar do aparecimento de Diawara, que, na visão de Sarri, também trouxe aspetos positivos em determinados segmentos da época 2016/17, Jorginho nunca baixou os braços para voltar a recuperar a confiança e o plano de destaque tivera na primeira temporada pós-Benítez. Parece ter recuperado o moral e as gentes de Fuorigrotta admiram a perseverança.

Tanto admiram que a celebração do San Paolo foi ligeiramente mais efusiva quando Jorginho marcou um golo. Não é habitual, mas aconteceu anteontem, contra o Nice, quando Mertens teve a cortesia de o deixar bater o penalty que carimbou o 2-0.

Não é surpreendente que Jorginho tenha tido a força psicológica para esperar pacientemente por uma nova oportunidade. Natural do estado de Santa Catarina, no sul do Brasil, saiu para Itália com apenas 15 anos de idade. Foi em Verona que deu os primeiros passos no país da bota e a passagem para a Campânia foi potenciada pelo interesse de Riccardo Bigon, que era o diretor desportivo do Nápoles na altura da transferência do centrocampista, em janeiro de 2014, por €9,5M.

Riccardo Bigon é mais conhecido por ser filho de Albertino Bigon, mítico treinador do Nápoles campeão em 90. Riccardo é hoje diretor desportivo no Bolonha. E Cristiano Giuntoli, o tal que contribuiu para o milagre da ascensão do Carpi à Serie A, é o atual homem forte do futebol dos napolitanos. Mas, em 2014, Riccardo tinha os seus argumentos para assegurar o negócio, como o facto de ser natural de Pádua e de ter jogado muitos anos por aqueles lados. Essa boa rede de contactos naquela região do Véneto, à qual também pertence Verona, no norte de Itália, facilitou a resolução da aquisição de Jorginho para o Nápoles.

«Na altura em que começou a ser titular, Jorginho era um dos jogadores com salário mais baixo»
 

O problema de Jorginho em Nápoles tinha um nome: Rafa Benítez. O espanhol não o valorizou, preferindo David López e Walter Gargano, num meio-campo mais musculado com duplo-pivô, e que escoltasse Marek Hamsik, o ‘trequartista’ em 14/15.

A saída de Benítez e a consequente entrada de Sarri foi a combinação ideal de fatores para Jorginho emergir, ao ponto de ter voltado a ser chamado à seleção italiana (por Conte).

É bom recordar que as primeiras semanas de época em 2015/16 não foram festivas para Sarri. A crítica foi severa, até Maradona se meteu ao barulho e o jogo ofensivo estava manifestamente engasgado. A melhoria regista-se, porém, em meados de setembro, num jogo da Liga Europa, contra o Club Brugge. Sarri não quis mais Insigne a ‘trequartista’, desviou-o para a esquerda para abrir mais a receção junto da faixa e iniciar o 1v1 com mais condições de êxito, estabelecendo um triângulo mágico com Ghoulam, o lateral, e Hamsik, o interior-esquerdo. Esta reconfiguração de sistema foi a chave para tudo o resto. Sarri desistiu da utilização de um “10”, montou meio-campo a três com um pivô-recuado, que passaria a ser Jorginho, meio afastado da hierarquia da posição até então porque Valdifiori era um conhecido de Sarri dos tempos do Empoli.

Na altura em que começou a ser titular, Jorginho era um dos jogadores com salário mais baixo em todo o plantel e nunca mais largou a posição ‘6’. Consolidou-se como a placa giratória do onze-tipo de Sarri e, globalmente, a capacidade de raciocínio, de equilíbrio e de fluidez da equipa elevou, a tal ponto que foram os mais sérios adversários da poderosa Juventus de Allegri.

A bola saía com facilidade para a zona média ou zona ofensiva, mesmo quando os adversários carregavam em cima. Afinado com a proximidade de Hamsik e Allan, bem como presença inabalável de Albiol e de Koulibaly, Jorginho melhorou o alcance na cobertura e no tempo de pressão. Mas foi na mecânica do passe que se distinguiu da concorrência, mesmo que continuasse a ser conveniente ter um caçador como Allan à sua direita para haver um suporte mais consistente na reação à perda da bola. Hoje, com Mertens no centro do ataque, os apoios frontais nos ioiôs mantêm-se bem trabalhados e há sempre a possibilidade de Jorginho introduzir o passe vertical para a desmarcação de um dos três atacantes, que facilmente perfuram o oponente.

De Laurentiis e Giuntoli não se enganaram quando contrataram Sarri. Embora seja toscano de adoção, Sarri é napolitano de berço. E quis devolver aos ‘azzurri’ um jogo mais atrativo e atacante, que causasse maior empolgamento. No geral, trouxe mais valentia e ambição, para levantarem a cabeça e se digladiarem com os maiores do país e da Europa. E também trouxe compreensão, sabendo, por exemplo, motivar Higuaín de uma forma que Benítez não conseguiu, particularmente naquele momento difícil depois do “drama” do argentino na Copa América.

« Jorginho tornou-se essencial por pensar as jogadas com um poder de lançamento e de antecipação que dá mais um ou dois preciosos segundos aos colegas que recebem a bola»
 

No entanto, é na organização suprema das zonas de pressão que a equipa de Sarri mais se evidencia, e pela variabilidade de ataques, tanto em velocidade, como em ações mais metódicas em qualquer área do campo. Atrás, há apoios bem delineados para criar escapatórias e na frente também promovem, em ataques planeados, a chegada de Hamsik ou de Callejón à baliza adversária – este último em diagonal. Em qualquer dos cenários, Jorginho tornou-se essencial por pensar as jogadas com um poder de lançamento e de antecipação que dá mais um ou dois preciosos segundos aos colegas que recebem a bola.

É verdade que Sarri, na época anterior, utilizou Amadou Diawara em bastantes jogos, esperando que o guineense, que dois anos antes estava a jogar em São Marino, bloqueasse mais ataques dos adversários em virtude do pressing mais agressivo (embora algumas vezes menos incisivo). Aconteceu no Bernabéu, por exemplo. A questão era quando o Nápoles recuperava a bola e as ideias que faltavam quando isso acontecia. Independentemente da evolução de Diawara no momento da construção, Jorginho estabelece um nível acima na qualidade como recebe e distribui perto da linha do meio-campo. Dá mais certeza na ligação.

E essa ideia de jogar com Jorginho, e não com Diawara, parece ter voltado às prioridades de Sarri para este início de 17/18, desiludindo, entre vários treinadores, Eddie Howe, o estratega do Bournemouth, que o queria contratar antes do fecho da janela de transferências.

O Luís Catarino é comentador da Sporttv e escreve no Bancada às sextas-feiras

Jorginho Luís Catarino Opinião SSC Nápoles
Partilhar Facebook Twitter LinkedIn Telegram Reddit Copy Link Email
Redação

PARA SI

Como tornar a pré-época desportiva mais eficiente com um Software de Gestão

06/09/2022

Jorginho distinguido como melhor jogador do ano da UEFA

26/08/2021

De Bruyne, Jorginho e Kanté finalistas para jogador do ano da UEFA

19/08/2021

“Só tinha ali mesmo”. Jorginho recorda golo do título do FC Porto em Alvalade

08/04/2020

“Só tinha ali mesmo”. Jorginho recorda golo do título do FC Porto em Alvalade

08/04/2020

Koulibaly e o orgulho na pele, de ser francês, senegalês, napolitano: homem

27/12/2018
Últimas Notícias

Chutar a bola é permitido? 7 regras do voleibol que parecem batota

10/09/2026

Da Orelhuda ao hino do Rei: as histórias dos símbolos da Champions

08/09/2026

A origem do penálti: o insulto que acabou com a batota dos cavalheiros

07/09/2026

Totobola: Prognósticos e lista de jogos desta semana

07/09/2026
Veja também
Grande Futebol

Da Orelhuda ao hino do Rei: as histórias dos símbolos da Champions

Por Redação08/09/2026

Hoje a bola volta a rolar e os holofotes acendem-se para o arranque de mais…

Grande Futebol

Do mítico 10 ao 99: Como surgiram os números nas camisolas de futebol

Por Redação01/09/2026

Olhar para uma camisola de futebol e ver um número nas costas é hoje algo…

Bancada | Tudo Menos Futebol
Facebook Instagram RSS
  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Depositphotos
Copyright © 2026 Bancada

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.