Dias depois do título europeu, guarda-redes revela que não vai prolongar o contrato. E também anuncia saída de Taynan
O guarda-redes de futsal do Sporting revelou ontem que está de saída do clube de Alvalade, confirmando que não chegou a acordo para a renovação do vínculo que termina na presente época. “Não vou ficar. Não tenho equipa ainda, mas o empresário disse que não posso falar. Não chegámos a acordo. E é definitivo”, disse Guitta, numa conversa em direto no instagram. O guardião de 34 anos, peça fundamental na conquista do título europeu diante do Barcelona, disse ainda que Taynan também “vai sair” do Sporting.
Neste fim de ciclo de leão ao peito, Guitta apontou para a próxima meta, antes de partir para o novo clube, que deverá passar por Espanha. “Foram três anos no Sporting. Falta fechar o ciclo de vitórias com a vitória no campeonato português. Já ganhámos todas as taças, a Liga dos Campeões e neste ano vamos lutar pelo campeonato”, realçou.
“Não chegámos a acordo, o Sporting não chegou a um valor que a nossa família considerava importante e a vida segue”, acrescentou o jogador, perante comentários de adeptos que pediam para que o internacional brasileiro ficasse no clube de Alvalade.
Confrontado com eventuais contactos de equipas espanholas, Guitta escapou à questão, mas falou em modo de despedida de Portugal, o que significará que a próxima etapa será no estrangeiro.
Apesar de fechar o jogo relativamente ao seu futuro, o guardião brasileiro tornou públicos ainda anguns detalhes sobre o plantel leonino para a próxima época. “Os portugueses que estão no Sporting vão ficar. Os miúdos que subiram vão ficar também. O Merlin tem contrato, o Cavinato também, o Rocha e eu estamos no último ano. Para onde vão, só há boatos”, disse.
O Sporting derrotou o Barcelona por 4-3, na final da Liga dos Campeões de futsal, disputada na Croácia, numa prestação notável da equipa de Nuno Dias. E sobre esta prestação naquela competição europeia, Guitta conta uma história.
“O jogo do Inter Movistar, entrámos muito concentrados. Há um historial de derrotas, com o Inter. No ano que cheguei, conseguimos derrotá-los. E neste jogo, ouvimos uma declaração do Inter a dizer que ia ‘comer-nos vivos’. Isso mexeu com o nosso brio. Nós ficámos com o sangue no olho para jogar com eles”, revelou. O resto da história é conhecido.
Veja essa conversa neste vídeo, a partir do minuto 38:
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