Close Menu
  • Portugal
  • Grande Futebol
  • Prolongamento
  • Jogo do Povo
  • Motores
  • Modalidades
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram RSS
Bancada | Tudo Menos FutebolBancada | Tudo Menos Futebol
  • Portugal

    Fernando Pimenta: Resiliência e força de aço em português

    26/02/2026

    Por que é que a pontuação no ténis é 15, 30, 40?

    23/02/2026

    Histórico! Portugal bate potência no andebol e segue para ‘main round’ em primeiro

    20/01/2026

    Padel: As regras básicas de serviço e paredes

    07/01/2026

    Carlos Lopes, o primeiro campeão Olímpico português

    07/01/2026
  • Grande Futebol

    O que separa as lendas das equipas que ficam pelo caminho no Mundial

    10/04/2026

    O 11 de craques que falha o Mundial 2026

    02/04/2026

    Português Rodolfo Leirião conquista bicampeonato saudita

    27/03/2026

    Os 7 melhores treinadores do FC Porto de sempre

    11/03/2026

    Os 7 melhores treinadores do Benfica de sempre

    26/03/2025
  • Prolongamento

    O que separa as lendas das equipas que ficam pelo caminho no Mundial

    10/04/2026

    “Já que estou na Premier League quero continuar a quebrar barreiras”

    25/03/2026

    Preços “exorbitantes” dos bilhetes para o Mundial geram queixa contra a FIFA

    24/03/2026

    “O Bodo/Glimt correu mais, mas o Sporting correu melhor”

    19/03/2026

    Seis em cada dez faculdades em Portugal não têm instalações para prática desportiva

    18/03/2026
  • Jogo do Povo

    Mortágua. Entre sofás e colchões até ser outra vez ‘domingo’

    16/12/2025

    S. João Ver. A bola dá tanto e nunca questiona nada

    06/12/2025

    Pêro Pinheiro. Na relva entregam-se tronos, no balneário moldam-se herdeiros

    11/10/2025

    Faróis do carro a dar luz e treinos no estacionamento no engenho do Eurico

    13/06/2024

    Peniche. Nem tudo que vem à rede é peixe

    29/05/2024
  • Motores

    Fórmula 1 horário Portugal: GP de F1 do Miami 2026 – hora portuguesa

    10/04/2026

    Oliver Bearman, a arquitetura da precocidade adaptativa

    07/04/2026

    Oscar Piastri, o algoritmo da eficiência implacável

    01/04/2026

    Pierre Gasly, a alquimia da persistência sobre rodas

    30/03/2026

    “Quando corremos em casa, a ambição é sempre obter o melhor resultado possível”

    27/03/2026
  • Modalidades

    Sem luvas e 7 horas de combate: a era em que o boxe era um teste de sobrevivência

    10/04/2026

    O dia em que Wilt Chamberlain marcou 100 pontos na NBA e ninguém viu

    09/04/2026

    Maior competição multidesportiva universitária leva 1500 atletas a Viseu

    09/04/2026

    O que significa a camisola amarela no ciclismo? O guia das cores das Grandes Voltas

    06/04/2026

    Europeu de trampolins: Portugal em busca do ouro

    31/03/2026
Bancada | Tudo Menos FutebolBancada | Tudo Menos Futebol
Início » Portugal não soube ser ‘mandão’ e pagou caro
Grande Futebol

Portugal não soube ser ‘mandão’ e pagou caro

RedaçãoPor Redação18/06/20174 Mins Leitura
Facebook Twitter LinkedIn Reddit Telegram Email
Partilhar
Facebook Twitter LinkedIn Telegram Reddit Copy Link Email

A seleção nacional esteve por duas vezes em vantagem mas deixou-se empatar diante um México bem organizado

Portugal empatou com o México (2-2) na estreia na Taça das Confederações, um resultado que acaba por ter algum sabor amargo, não pela exibição da equipa portuguesa, que foi sofrível, mas porque a quatro minutos do fim, Cédric tinha acabado de fazer o 2-1 e tudo parecia bem encaminhado para que o campeão europeu em título conseguisse a conquista dos três pontos que dariam outra margem de manobra para enfrentar o próximo adversário, a Rússia. Um lance de bola parada, aos 90’+1, com José Fonte a ficar mal na fotografia, permitiu que o México empatasse pela segunda vez na partida, sinalando as deficiência da defesa portuguesa neste tipo de lances.

Para a estreia na competição, Fernando Santos puxou dos galões e apresentou um onze só de campeões europeus, deixando André Silva e Gelson no banco chamando para a titularidade Quaresma. Do lado do México, os ‘portugueses’ Diego Reyes, Layún, Herrera e Jiménez foram todos titulares. A equipa portuguesa apresentou-se durante mais momentos da primeira parte em 4x4x2, com Nani a fazer dupla com Cristiano Ronaldo, Quaresma na direita e André Gomes na esquerda. O México, em 4x3x3, entrou melhor no jogo e os primeiros 20 minutos foram muito difíceis para Portugal que teve uma entrada em falso. Algo lento de processos, não conseguiu fazer a circulação de bola e jogava num bloco baixo, recorendo a bolas longas para tentar chegar à área do México. Os mexicanos, por sua vez, chamaram a eles a bola, e fizeram sempre pressão alta ganhando superioridade a meio-campo.

A partir dos vinte minutos, Portugal soltou-se um pouco da pressão mexicana, muito por culpa de Quaresma, o melhor português em campo. Mas a ideia geral era de que a equipa portuguesa jogava muito mais em função do adversário, do que com uma identidade própria e de maior risco. A seleção portuguesa valeu-se do talento individual de Ronaldo e Quaresma para chegar ao golo. A frieza do ‘mustang’ diante Ochoa é um regalo. Antes, o vídeo-árbitro anulara, bem, um golo a Portugal por fora de jogo. Não demorou muito o golo do empate do México, por Chicharito, num erro de Raphael Guerreiro que falhou um alívio. A defesa portuguesa mostrou alguma dificuldade nos lances aéreos e nas bolas paradas, e acabou por pagar caro isso.

A segunda parte iniciou-se numa toada mais pausada e o equilíbrio era a nota dominante. Fernando Santos resolveu mexer. Fez entrar Adrien Silva e Gelson Martins para os lugares de João Mourinho e Nani. Portugal passava a jogar em 4x3x3, com Gelson e Quaresma nas alas e Ronaldo sozinho no centro. Uma mudança estratégica sem resultados, com Portugal a perder presença na área. O México também já não era o mesmo e não criava perigo para a baliza de Rui Patrício. Impunha-se a entrada de André Silva que acabaria por entrar já muito perto fim para o lugar de Quaresma. E foi com o avançado do Milan que Portugal chegaria ao 2-1. Gelson ainda teve nos pés a oportunidade de sentenciar a partida, mas rematou ao lado. Ao cair do pano, na sequência de um canto, Portugal voltou a sentir as dificuldades que sente nos lances de bola parada e permitiu o empate de um México atrevido no ataque mas com muitas deficiências no momento defensivo que não foram exploradas por Portugal.

Com a Rússia, na próxima quarta-feira, e com a importância de vencer o jogo para dar um passo rumo às meias-finais da Taça das Confederações, vai ser preciso um Portugal diferente deste, com outra estratégia, que terá de passar por mais presença na área.

México Portugal Taça das Confederações
Partilhar Facebook Twitter LinkedIn Telegram Reddit Copy Link Email
Redação

PARA SI

O que separa as lendas das equipas que ficam pelo caminho no Mundial

10/04/2026

O 11 de craques que falha o Mundial 2026

02/04/2026

Português Rodolfo Leirião conquista bicampeonato saudita

27/03/2026

Os 7 melhores treinadores do FC Porto de sempre

11/03/2026

Os 7 melhores treinadores do Benfica de sempre

26/03/2025

Os onze melhores centrais portugueses de sempre

24/03/2025
Últimas Notícias

O que separa as lendas das equipas que ficam pelo caminho no Mundial

10/04/2026

Sem luvas e 7 horas de combate: a era em que o boxe era um teste de sobrevivência

10/04/2026

Miguel Cristóvão pronto para o início da temporada

10/04/2026

Fórmula 1 horário Portugal: GP de F1 do Miami 2026 – hora portuguesa

10/04/2026
Veja também
Grande Futebol

O que separa as lendas das equipas que ficam pelo caminho no Mundial

Por Redação10/04/2026

A dois meses do arranque do Mundial 2026, analisamos o ADN histórico das seleções que…

Grande Futebol

O 11 de craques que falha o Mundial 2026

Por Redação02/04/2026

O alargamento do Campeonato do Mundo para 48 seleções prometia incluir todas as grandes figuras…

Bancada | Tudo Menos Futebol
Facebook Instagram RSS
  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Depositphotos
Copyright © 2026 Bancada

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.