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Grande Futebol

Jardim e o Monaco: o que mudou em três anos

RedaçãoPor Redação07/06/20176 Mins Leitura
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A caminho da quarta temporada no clube do principado, o técnico português está no melhor momento da carreira

Acabando com as dúvidas, o AS Monaco e Leonardo Jardim assinaram o acordo para a renovação do contrato que os une, com o clube que atua na Liga Francesa a querer contar com o português até 2020. Depois de uma temporada que culminou com a conquista da Liga Francesa, o nome do antigo técnico de Sporting ou SC Braga foi falado para vários clubes, inclusive em mercados asiáticos, mas a sua permanência nos ‘monégasques’ está confirmada.

Ainda assim, a verdade é que o caminho até ao sucesso não foi fácil. Os primeiros tempos no AS Monaco foram complicados e as duas temporadas que precederam a mais recente ficaram abaixo do esperado, mas hoje a relação Jardim-AS Monaco está melhor. O Bancada dá-lhe a conhecer a história deste casamento e o que se pode esperar do seu futuro.

De Alvalade para a Riviera Francesa

Depois de um ano bem sucedido em Alvalade, em que conduziu o Sporting ao segundo lugar da Liga com um orçamento muito reduzido no ano seguinte à pior classificação da história do clube (sétimo lugar em 2012/13), a ida de Jardim para o AS Monaco foi anunciada em maio de 2014. Na altura, e em conferência de imprensa, o madeirense juntou-se a Bruno de Carvalho para confirmar a sua saída. Confesso adepto leonino, Jardim assegurou que a despedida era “até um dia ao meu clube e a todos os sportinguistas”.

Na mesma ocasião, Leonardo Jardim assumiu ainda que estava com “sentimentos antagónicos: um sentimento de alguma tristeza por deixar um clube que gosto muito, mas a verdade é deixo o Sporting porque vou dar um passo em frente na minha carreira”. O passo em frente não foi unânime; muitos consideraram uma mudança meramente baseada nas condições financeiras que o AS Monaco oferecia, e não no contexto desportivo, dado que o Sporting tinha uma equipa e um clube em crescimento.

O início foi atribulado. Nos primeiros cinco jogos ao serviço dos vermelhos e brancos, três derrotas, um empate e uma escassa vitória por 1-0 na casa do FC Nantes. A prestação no campeonato melhorou, mas não impediu que o AS Monaco terminasse na terceira posição, 12 pontos do colosso Paris Saint-Germain. No entanto, Jardim chegou aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, sendo eliminado pela Juventus mas deixando uma boa imagem à Europa do futebol.

A temporada seguinte não foi melhor – pelo contrário. Com o mesmo terceiro lugar na Liga Francesa, mas a 31 pontos do Paris Saint-Germain, Falhando a qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões, Jardim também não conseguiu passar às rondas a eliminar na Liga Europa, ficando na terceira posição do seu grupo.

A vida não etava fácil para o treinador português, que entrou em 2016/17 no último ano de contrato e a pressão de conseguir melhores resultados era maior que nunca. 

O título, 17 anos depois

A gloriosa temporada que recentemente terminou foi preparada de forma verdadeiramente cirúrgica pelo AS Monaco. Jardim contratou um lateral-esquerdo (Benjamin Mendy), um lateral-direito (Djibril Sidibé) e um central (Kamil Glik), revolucionando a defesa da equipa, e viu Radamel Falcao regressar de duas épocas emprestado a Manchester United e Chelsea que não correram da forma esperada.

Aliando a juventude de Mendy, Bernardo Silva ou Mbappé com a experiência de Glik, Raggi, Moutinho ou Falcao, os monegascos partiram para uma época impressionante, com a conquista da Liga Francesa 17 anos depois da última vez e com a chegada às meias-finais da Liga dos Campeões, eliminando ‘tubarões’ como o Manchester City ou o Borussia Dortmund.

Jardim e a sua equipa não ficaram por aqui; para além da vitória no campeonato com uma diferença considerável para o Paris Saint-Germain (oito pontos), o AS Monaco foi ainda o melhor ataque, com 107 golos marcados em 38 jogos, e a segunda melhor defesa, deixando os adversários faturarem em apenas 31 ocasiões.

Na Liga dos Campeões, o registo não é menos brilhante. Primeiro lugar no grupo E, reviravolta contra o Manchester City vencendo no Mónaco por 3-1 depois da derrota por 5-3 em Inglaterra e duas vitórias na eliminatória contra o Borussia Dortmund. 

Depois de tudo isto, muito se falou na possibilidade de Jardim deixar o principado, mas o treinador que começou a carreira na AD Camacha preferiu ficar no AS Monaco.

Leonardo Jardim superou os obstáculos iniciais da aventura monegasca (foto: Twitter AS Monaco)

Futuro: fazer melhor será muito complicado, mas igualar já seria um feito

Se o AS Monaco é um clube onde muito dinheiro investido, o que dizer do Paris Saint-Germain? Os milionários da capital francesa conseguiram o ‘tetra’, entre 2012/13 e 2015/16, e nada fazia adivinhar que não completassem o ‘penta’ em 2016/17. O clube com mais dinheiro, com (teoricamente) melhores jogadores e com cultura de campeão em França era o grande favorito para mais um título nacional.

Mas não o conseguiu, perdendo para o ‘modesto’ (em comparação com o Paris Saint-Germain, leia-se) AS Monaco. Nesse sentido, ficar mais um ano sem ser campeão seria um golpe demasiado duro nos parisienses. Não será surpreendente se existir um – ainda – mais forte investimento na equipa, de forma a garantir que o título não lhes volte a escapar das mãos.

Leonardo Jardim tem a tarefa de tentar voltar a desiludir os adeptos do Paris Saint-Germain e dar mais uma alegria aos do seu AS Monaco. Agora, já o conhecem e sabem do que é capaz, o que deixa os adversários mais atentos, mas um mercado de transferências positivo (é importante cobrir bem a vaga deixada por Bernardo Silva, vendido ao Manchester City) e um campeonato igualmente bem disputado dão aos atuais campeões uma hipótese nada remota.

Melhor do que já fez, só se conquistar a Liga dos Campeões. Uma tarefa bastante árdua, dado o leque de poderosos adversários que pode encontrar, mas não por isso impossível.

Leonardo Jardim já colocou o seu nome na história do AS Monaco e é um dos mais apreciados treinadores português. Com apenas 42 anos, tem uma longa carreira no banco de suplentes pela frente. Difícil é prever o que ainda vai fazer e ganhar, porque certamente será alguma (ou muita) coisa.

AS Monaco Leonardo Jardim
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