O selecionador português não gostou do que viu nos primeiros 20 minutos com o Chipre, mas ficou agradado com a resposta
Portugal triunfou este sábado perante o Chipre (4-0), no Estádio António Coimbra da Mota, num jogo de caráter particular que, na ótica do selecionador Fernando Santos, não serve como um teste “de fogo” para o compromisso com a Letónia, marcado para dia 9, a contar para a fase de qualificação para o Mundial 2018. O timoneiro da turma das quinas não ficou totalmente convencido com a exibição e destacou o mau início no encontro.
“Dos primeiros 20 minutos, não gostei nada. Deixámo-nos pressionar, tivemos dificuldade na circulação de bola. Com o vento foi impraticável. A partir daí, a equipa começou a circular, colocou a bola no chão, criámos situações e passámos a dominar o jogo”, salientou Fernando Santos após a partida.
De acordo com o selecionador, a segunda parte viu uma melhoria evidente dos jogadores portugueses, que aprimoraram a circulação de bola e evitaram a pressão alta cipriota. “Na segunda parte, a equipa esteve melhor e nunca se deixou pressionar. Fomos mais rápidos e a partir dai tornou-se mais fácil”. O timoneiro do conjunto português vincou ainda que o principal intuito deste encontro era “dar ritmo” aos jogadores, objetivo “que foi conseguido”, para o selecionador.