Petr Cech, figura histórica do clube, tentou serenar os ânimos
Centenas de adeptos reuniram-se hoje junto de Stamford Bridge, em Londres, antes do jogo Chelsea-Brighton, para expressar a revolta contra a recém-criada Superliga europeia de futebol, da qual os ‘blues’ são co-fundadores.
Cartazes com slogans fortes como “RIP (descanse em paz), futebol 1863-2021”, “Criado pelos pobres, roubado pelos ricos” ou “Romano (Abramovich, proprietário russo do Chelsea), tome a decisão certa” deram ênfase à indignação apresentada pelos vários fãs, antes do pontapé de saída entre os londrinos e o Brighton, da 32.ª jornada da Liga inglesa.
Além do Chelsea, também os britânicos do Manchester City, Manchester United, Liverpool, Tottenham e Arsenal, os espanhóis do Real Madrid, Atlético Madrid e FC Barcelona e os italianos do Inter, AC Milan e Juventus divulgaram o projeto na noite de domingo passado, que caiu como uma ‘bomba’ no mundo da modalidade.
Contudo, de acordo com vários meios de comunicação britânicos, quer ‘blues’ quer os ‘citizens’ estariam dispostos a retirarem o apoio à nova prova.
Durante a manifestação, o checo Petr Cech, atual diretor técnico do Chelsea, dirigiu-se aos adeptos na tentativa de serenar os ânimos: “Eu sei, eu sei. Dêem-nos tempo.”
