Portugal
"Contra onze ou dez jogadores, Benfica foi sempre melhor do que o FC Porto"
Redação
2021-01-16 15:00:00
Águias assumem superioridade sobre os dragões no clássico e lamentam "dois pontos perdidos" no Dragão

O Benfica saiu do clássico de ontem com o FC Porto com "sentimentos conflituantes", pois "a raça, a postura e a qualidade patenteadas" não impediram "a perda de dois pontos" no Dragão.

"Por um lado, a raça, a postura e a qualidade patenteadas pela nossa equipa devem orgulhar os benfiquistas e fortalecem a nossa confiança no cumprimento dos objetivos a que nos propomos. Por outro, face ao que se passou em campo, torna-se evidente que perdemos dois pontos", sustentou o Benfica, através da newsletter diária.

Aludindo à expulsão de Taremi, que deixou os dragões em desvantagem numérica, o Benfica realçou que foi "sempre" superior à formação azul e branca.

"Contra onze ou dez jogadores, fomos sempre melhores que o FC Porto em quase todos os momentos do jogo, sendo esta asserção óbvia para quem assistiu ao jogo e suportada na análise de indicadores estatísticos como a posse de bola (há alguns anos que o FC Porto não tinha um registo tão baixo numa partida), remates, eficácia de passe, ações na área adversária ou ações defensivas no meio campo contrário, entre outros", explicaram os encarnados.

O Benfica sustenta-se ainda nas análises feitas pela imprensa desportiva para lembrar que o guarda-redes Marchesín foi "o melhor em campo" pela formação portista.

"A nossa equipa entrou em campo apostada em conseguir os três pontos, demonstrando-o desde o início da partida, buscando permanentemente a vitória. Foi inexcedível na atitude, mais forte e coesa taticamente e prolífera na criação de oportunidades de golo. Mas não fomos além de um empate, poderíamos e deveríamos ter ganho. Entristece-nos que não tenhamos somado mais três pontos, pois seria mais do que merecido", insistiu o Benfica.

A finalizar, o clube da Luz destacou o “importante sinal de crescimento da equipa” dado no campo de um rival direto na luta pelo título, numa fase da temporada marcada “por um calendário muito sobrecarregado”.